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cursos com Cristiane Boog
 

SÃO PAULO, SP

5 de Julho, quarta-feira, das 9 às 17h
Rua Andrea Paulinetti, 274 - Brooklin


30 de Julho,
domingo
, das 9:30 às 18:30h

Rua Dr Djalma Pinheiro Franco, 104 - Vl. Sta. Catarina

Inscrições
whatsapp 11 99104-6881

Valor: 209,00

 



HISTÓRIA DA CURA DE KUAN YIN

http://www.crisboog.com.br/kuanyinhistoria.htm


PROGRAMA DO CURSO

- Histórico da Cura de Kuan Yin

- Kuan Yin, facetas, simbologia, representações
- Bodhisatva da Compaixão

- Criando a conexão e a sobreposição
- Deusa do Céu, Deusa da Terra
- Om Mani Padme Hum - sigificados espirituais, psicológicos e metafóricos
- Entrega e purificação da energia dos chakras
- Iniciação - cura com as mãos
- Auto-Cura e Cura dos Outros, situações e locais, cura à distância
- Trabalho planetário
- Prática em conjunto

Levar algo para o almoço coletivo.

"Curar é encontrar a Luz que reside em todas as situações, coisas e pessoas. É voltar para Si Mesmo, Entregar, Integrar, Sacralizar: é revelar o Divino através do humano." 
~ Cris Boog

Prática de Cura intuída por Cristiane Boog, trabalha a energia de Cura pela mestra Kuan Yin, Boddhisatva da Compaixão, venerada em todo o oriente. 

A energia da Cura de Kuan Yin é espiralada e dourada, vem com códigos individuais e trabalha muito a liberação da memória da dor, dos traumas e medos psicológicos. Ela faz também uma busca e harmonização de energias de mau-funcionamento físico e energético, um desmembramento de complexos e emaranhamentos. 

A energia da Cura de Kuan Yin busca uma harmonização e restabelecimento energético de todos os chakras, trazendo um sentimento interno de Unidade e Vitalidade.


Um pouco mais sobre a prática


Uma das práticas que fazemos na Cura de Kuan Yin – Deusa do Céu, Deusa da Terra é o envio de energia para os nossos Medos. Toda prática espiritual feita em grupo adquire uma força extra. “Quando dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, lá eu estarei.”, já dizia o Mestre Jesus, referindo-se à alma grupal, ou egrégora, ou alma comum. Carl Jung chamava esta energia de Terceira Força, a força do grupo.
 

Quando ocorre a iniciação no curso da Cura de Kuan Yin entramos em contato com esta Lembrança, este poder ancestral de cura com as mãos.
 

E esta prática é em primeiro lugar destinada a nós mesmos. Tanto em aplicação de energia no próprio corpo, como em tratamento de temas, assuntos e situações pessoais. Ela também pode e deve ser aplicada nos outros, pessoalmente ou à distância, bem como em animais, plantas e objetos.


A prática de envio da energia de Cura para os medos tem sido surpreendente, pois o medo é uma Matrix de funcionamento que aprendemos desde o minuto em que encarnamos até o momento de nossa morte. Nesta Era recém iniciada, o chamado principal têm sido sair do padrão dual separativista do medo para o padrão integrativo do amor.


A Cura de Kuan Yin é uma prática revolucionária, pois não está vinculada a velhos dogmas e paradigmas do esoterismo. Ela nasceu em Maio de 2016 e, antes de completar o seu primeiro aniversário, já contava com quase 150 iniciados, de 7 a 89 anos.


Enviar uma energia como a Cura de Kuan Yin, numa base diária, para um assunto específico, como nossos medos, tem efeito poderoso em nosso subconsciente e em nosso inconsciente profundo.


A energia do medo é profundamente maligna e nos impede de realizar nosso propósito de vida e de ser quem realmente somos. E medo é diferente de precaução. Ter precaução para atravessar uma rua, por exemplo, é fundamental. Mas se estivermos com medo, certamente é melhor não atravessá-la.


E temos medos inacreditáveis que, conforme a prática de envio de energia vai sendo repetida de maneira simples e eficaz, vão se desvelando e desaparecendo no ar, muitas vezes sem deixar rastro. Vou dar um exemplo pessoal. Participei de uma Oficina de Marcenaria por esses dias. Em um determinado momento, uma das pessoas que estava conduzindo o evento me deu uma furadeira elétrica, porque eu precisava fazer 4 furos para que parafusos pequenos pudessem prender o móvel que eu estava montando. Na hora em que eu vi que ia ter que usar uma furadeira, subitamente senti meu corpo ser inundado por uma sensação de “não sou capaz” e “isto é coisa de homem fazer”. E me dei conta de apesar de ser artista, mandaleira, ter estudado em uma escola em que sempre lidei com arte, aos 45anos, nunca tinha usado uma furadeira elétrica! Óbvio que me joguei na experiência e óbvio que ela foi ridiculamente simples e que realizei com acerto total. E o medo que estava lá estourou no ar como uma bolha de sabão. Medo infantil que estava lá e eu nem sabia.


Lógico que este é um exemplo pequeno, de um medo pequeno. Temos alguns medos enormes, paralisantes, dilacerantes, inimigos da vida. Mas medo é medo. O mecanismo é o mesmo. E eles estão na maioria das vezes ligados a traumas, muitas vezes até a traumas sofridos por nossos antepassados. E repetimos o medo para honrá-los.


Mas é só uma questão do ‘tamanho do bicho’. Os medos maiores às vezes dão um pouco mais de trabalho, mas não necessariamente. Às vezes uma fera interna amansa e percebemos que o que parecia monstruoso e inatingível, é só um ratinho no canto da parede, pedindo socorro. Assim são os nossos medos. Pura ilusão.


Pura ilusão......


Existe uma coragem inerente a todo o ser humano. Coragem instintiva, aquela dos que tem que salvar um filho no meio de um incêndio e encontram uma força heróica descomunal para fazê-lo e atravessam as labaredas. Ou a coragem aprendida e treinada, por exemplo dar uma palestra para um monte de gente mesmo com uma timidez e um retraimento gigantes. E sentir o enorme fluxo criativo que surge quando o medo é vencido e a fala toca os corações das pessoas.

Sobre a Mestra Kuan Yin
 

Kuan Yin é uma deusa venerada em todo o oriente. Conhecida como a Deusa da Compaixão, teve seu culto iniciado na China, há milênios atrás.

A principal força arquetípica que ela representa é a da Grande Mãe, por ser a protetora das mulheres grávidas e das crianças.

Mas Kuan Yin é ainda um grande mistério para os ocidentais, porque quando tentamos entender a cultura oriental, metade do sentido é perdido só na tradução.

Lembro-me de um sonho que tive quando criança: uma senhora oriental de aspecto doce e firme e de uma presença inesquecivelmente bela, no pátio da minha escola. A lembrança do sonho é só essa, mas a sensação foi de proteção e sintonia com esse ser, por muitos anos da minha vida. E só vim saber o nome dela quando eu tinha meus 20, talvez 30 anos.

Kuan Yin é conhecida por ter várias facetas. Ela carrega vários objetos nos seus mil braços, em uma de suas facetas, Avalokitesvara. Objetos como punhais, flores de Lótus, espelhos, rodas, ramos de salgueiro, vasos, e muitos outros… Simbolicamente podemos abrir um leque de interpretações para cada um desses objetos, mas vamos ficar só com algumas. Por exemplo, o ramo do Salgueiro, que é a árvore conhecida no Brasil como Chorão. Se fizermos uma ponte com o universo dos florais, temos o Willow dos Floaris de Bach, feito dessa árvore, que trabalha muito a questão das infindáveis lamúrias e do vitimismo. Kuan Yin também é conhecida como “Aquela que escuta as lamúrias do mundo”. É possível estabelecer muitos traços entre os universos simbólicos.

Em muitas das representações artísticas de Kuan Yin, ela é vista com um vasinho na mão. Algumas tradições dizem que com este vasinho ela recolhe as lágrimas da humanidade. Há também aquelas que dizem que este é o símbolo da distribuição da energia cósmica, também conhecida por Chi, ou Espírito Santo, para usarmos uma linguagem ocidental.

Kuan Yin em suas múltiplas representações possui uma faceta que é a protetora dos pescadores. Seria uma Deusa do Mar, das Marés, das Ondas, dos Peixes e dos Navegadores. No sincretismo religioso poderíamos dizer que ela se assemelha, nesta faceta, à Deusa Yemanjá, da tradição das Religiões Afro.

Uma vez, em uma conversa com um ministro da Igreja Messiânica, ele me contou que Kuan Yin é muito conhecida por sua beleza divinal,  sentada sobre uma deslumbrante flor de lótus. E que este é o seu aspecto mais conhecido. Mas que a maioria das pessoas desconhece o fato de que ela tem outras aparências mais densas. Em uma delas, ela é tão feia que precisa cobrir o rosto com um véu. E que ela tem a capacidade de descer aos infernos, ou zonas umbralinas, se formos usar uma linguagem espírita, para atuar diretamente no resgate de almas em sofrimento.

Psicologicamente, Kuan Yin representa uma variedade de aspectos de nós mesmos. A mãe compassiva. A jovem alegre. A guerreira. A curadora. A heroína. A doutrinadora. E tantos outros.

Espiritualmente, Kuan Yin é uma divindade de uma força simbólica impressionante, pois transita entre dimensões. Assim como o lótus que tem suas raízes no lodo fétido e suas flores alcançam os céus, Kuan Yin nos remete a nossa própria inteireza. Desde o nosso lado sombrio não integrado e não assumido até a glória de nossa presença espiritual mais luminosa. Sem rejeitar nenhum lado, nem a sombra, nem a luz. Usando a sombra como canal de transmutação e acesso aos planos sublimes da consciência.

Kuan Yin é conhecida como sendo uma Boddhisatva, termo que significa que ela poderia ter partido para outras paragens e dimensões espirituais mas escolheu permanecer próxima ao planeta terra, para auxiliar os humanos, até não sobrar nenhum ser em sofrimento.

Kuan Yin é uma grande intercessora integradora da consciência. Ela pode ser invocada sempre, seja qual for sua prática espiritual ou sua religião.

Um de seus mantras é o Om Mani Padme Hum. Em uma das possíveis traduções temos o “Eu Vejo a Jóia no Lótus”. Pode-se dizer que Ver a Joia no Lótus significa a sutil e poderosa capacidade humana de reconhecer a perfeição por trás de tudo e em todos. Colher a Luz escondida nas situações desafiantes. Beber do néctar do Entendimento, mediante uma questão difícil.

As simbologias orientais, para nós ocidentais, não podem ser compreendidas somente com o intelecto. Precisam ser vividas, sentidas, internalizadas.

Que a Deusa Kuan Yin nos ajude, como indivíduos e como coletividade, a atravessar a ponte entre a inconsciência e a Consciência, com Graça e Perseverança. Om Mani Padme Hum.