| trecho do filme
o pequeno Buda,

de bernardo bertolucci |

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“Sidarta ganhou a batalha contra um exécito de demônios, através da força do seu amor e da grande compaixão que havia descoberto. E ele alcançou a grande calma que alcança quem separa-se das emoções. Ele foi além de si mesmo. Estava além da alegria e da dor...afastado do julgamento...e podia lembrar que havia sido uma menina, um golfinho, uma árvore, um macaco! Lembrou seu primeiro nascimento e os milhões depois disso. Ele podia ver além do universo.

Sidarta havia visto a extrema realidade de todas as coisas. Compreendera que todo o movimento no universo era um efeito provocado por uma causa. Sabia que não havia salvação sem a compaixão por todos os seres.

Daquele momento em diante, Sidarta foi chamado de O Buda, aquele que despertou.

Mas lembrem-se: a coisa mais importante de todas é Ter compaixão por todos os seres. É dar-se e,  acima de tudo, passar adiante o conhecimento, como o Buda.”